O evento foi bem legal, bem cara de evento. Umas pessoas chatas, legais, interessantes, algumas coisas mais do mesmo… Como todo evento.
A gente aprende, ouve coisas que leva consigo mesmo, critica, cresce profissionalmente, amadurece idéias… Como todo evento.
O que não foi como todo evento é que, neste, as pessoas se dedicaram a não só prestar atenção no que se estava sendo dito, mas também a prestar atenção aos presentes, ao que se poderia aprender olhando para o lado e ouvindo o que este serzinho que habita a cadeira ao lado tinha a dizer. Isso, não acontece em todo evento.
O Desafio Sustenta100 fez com que cabeças diferentes somassem-se em conhecimento, produzindo um dos maiores conteúdos já escritos sobre um congresso de sustentabilidade, superando a própria mídia tradicional. Mais do que isso, possibilitou que alguns dos participantes se unissem, criando de forma sustentável um novo grupo, com um novo desafio.
O grupo? Sustenta8. O desafio? Eles mesmos irão apresentar. Aguardem.
Lembram-se que falamos que o mais difícil, talvez, seja promover a sustentabilidade social? Seja efetivamente trabalhar em prol do crescimento coletivo? Eles farão isso, querem passar a serem ainda mais sustentáveis, mais recicláveis, reciclando a si e a seus seguidores que se propuserem a isso, com informação, com conhecimento, com leituras a partir de seus referenciais teóricos de uma mesma realidade, vista a partir de cabeças diferentes.
Não sou uma das 8. Não do jeito fundadora de ser. Mas me considero uma das 800 e várias que os seguirão e, interagindo, terão o meu apoio em sua caminhada pela sustentabilidade.
O inventar de um futuro a partir de um congresso foi o que mais me agradou, mais me faz feliz saber que o desejo de mudar q tanto vimos em nossos universitários outrora não acabou, pode ter se transformado ( viva lavoisier!) mas continua presente, vivo e mais coletivo do que nunca!
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